A aprovação do seu caso de negócios de migração para a nuvem pode parecer uma longa maratona; morro acima, no escuro, numa tarde de domingo, na chuva.
Você está sabotando seu caso de negócios de migração para a nuvem?
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in cloud, Caso de negócios, Migração para a núvem
Compreendendo os benefícios de incorporar a modernização em uma estratégia de migração de aplicativos
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in Posts, Migração para a núvem
Não existe uma resposta única que descreva a importância de se modernizar a tecnologia enquanto negócio, da mesma forma quando se trata de modernizar sistemas legado. Existem, entretanto, diversas razões que trazem sentido a essa prática.
Este artigo aborda diversas razões pelas quais as empresas devem, enquanto pensam em migrar seus sistemas, entender os benefícios de modernizar e evoluir suas aplicações para tecnologias mais modernas.
Modernização não é apenas um novo termo que está na moda. Trata-se de uma estratégia para assegurar que os negócios estão ocorrendo com alta performance e no topo do seu nicho de mercado, permitindo acompanhar mudanças de tendência e demandas dos clientes de forma rápida. Se considerarmos por exemplo, uma empresa como a Cazoo, é possível constatar que ela mudou completamente o mercado de carros usados no Reino Unido. Sim, grande parte disso foi gerado pelo serviço oferecido. O fator decisivo foi, entretanto, ter em seu núcleo uma estratégia que abraça práticas e tecnologias de engenharia moderna. Tudo isso ajudou a catapultar a empresa ao status de unicórnio em tempo recorde no Reino Unido. As empresas concorrentes, que já participavam do mercado a muito tempo, se viram em posição de desvantagem e com necessidade de recuperar o tempo perdido. Mas afinal, como é possível que as empresas já consolidadas consigam acompanhar o ritmo da tecnologia moderna?
Tradicionalmente, a tecnologia da informação, ou ‘TI’, era vista apenas como um centro de custos. No entanto, com a tecnologia tão permeada e onipresente em todos os aspectos do negócio nos dias de hoje, é preciso enxergá-la como o principal núcleo facilitador.
Existem vários indicadores que as empresas podem utilizar como guia enquanto avaliam se devem ou não começar uma jornada de modernização de software. Um indicador chave ocorre quando os sistemas ficam cada vez mais difíceis de se modificar e a tecnologia apresenta-se incapaz de acompanhar o ritmo dos negócios. Com o tempo isso se traduz em aumento nos tempos de resposta, o que significa que as soluções demoram cada vez mais a chegar nas mãos dos clientes finais. Como resultado, isso normalmente leva uma empresa a se tornar incapaz de acompanhar seus concorrentes e perder participação de mercado.
Como sabemos, a tecnologia evolui muito rapidamente e hoje é capaz de promover soluções que há 10 anos atrás simplesmente não eram possíveis. Por exemplo: os sistemas financeiros, em que a maioria da base instalada foi escrita 15 ou mais anos atrás. Naquela época os navegadores de internet não eram nem de perto tão poderosos e nem contavam com tantos recursos como hoje, resultando em várias aplicações desenvolvidas para desktop. Reforça-se o fato de que a computação em nuvem ainda não havia realmente decolado.
As aplicações desktop trouxeram alguns desafios com o tempo, como instalação, atualização e atendimento a muitas localizações geográficas.
Se avançarmos para os dias de hoje, os navegadores de internet estão muito mais maduros e servem de plataforma para construir aplicações poderosas, ricas em recursos e com elevada performance, algo impossível 15 anos atrás.
Objetivos de negócio da modernização
Para os negócios avançarem estrategicamente, é vital ser proativo ao invés de reativo quando se trata de tecnologia. Os sistemas devem receber constante cuidado e atenção, sendo capazes de evoluir constantemente para se manterem em linha com as demandas.
O acesso a novas tecnologias deve ser aproveitado. Isso significa que é importante revisar tudo que já foi feito, mesmo as aplicações que rodem razoavelmente bem, por que podem haver maneiras melhores de se fazer as coisas e libertar maior potencial. A resultante disso pode ser equacionada por uma maior velocidade de entrega ou melhores condições de operabilidade, que, por sua vez, aumentam seu custo-benefício, confiabilidade, segurança, performance e sustentabilidade.
No entanto, modernizar a tecnologia não é apenas adotar as melhores e mais recentes tecnologias. É vital entender primeiro as necessidades do negócio e depois avaliar quais tecnologias podem atendê-las melhor. A primeira etapa para qualquer projeto de modernização bem-sucedido é entender os objetivos e motivadores de negócios, por exemplo, os motivos para migrar para a nuvem durante a modernização da tecnologia. Tudo está relacionado a esses objetivos de negócios e ao que a empresa espera alcançar. O alinhamento do negócio é vital nesta fase, não apenas algo para esperar que aconteça, mas algo que seja estratégico para o negócio e alcance dos benefícios.
Benefícios como qualidade, tempo e custo podem ser alcançados, mas estão relacionados à qualidade das entregas. Se o tempo não for gasto focado em estabelecer metas boas e alcançáveis, há uma boa chance de fracasso. Na verdade, quase três quartos das organizações (74%) iniciaram um projeto de modernização do sistema legado, mas não conseguiram concluí-lo. Mas, se o seu software não for capaz de acompanhar o ritmo dos negócios, é um impedimento. Se a tecnologia está atrasando sua organização, isso pode significar que você não é capaz de escalar em termos de ofertas de serviços ou mesmo em novos mercados. É vital virar o jogo e remover a tecnologia como um bloqueador de qualquer crescimento organizacional. Muitas vezes, o único caminho a seguir é embarcar em um esforço de modernização de software.
Impacto da modernização nos negócios existentes
Ao embarcar em um esforço de modernização de software, as empresas também devem se precaver para não estrangular suas operações atuais. É preciso manter um nível mínimo de ‘luzes acesas’ - a tecnologia é aquilo que torna os negócios viáveis enquanto gera renda. A forma de abordagem e níveis de modernização devem ser objetos de muita atenção, propiciando que os negócios continuem a ocorrer enquanto são incrementalmente modernizados. Isso pode ser atingido ao destacar diferentes áreas nos sistemas, que terão abordagens específicas e individuais, onde gradualmente o trabalho poderá ser feito até que cada parte do sistema seja modernizada.
O impacto da Modernização nas pessoas e habilidades
Como parte de um esforço de modernização, deve-se levar em consideração a lei de Conway. No passado, em 1967, Melvin Conway introduziu a ideia de que os sistemas de uma organização deveriam tentar refletir uma estrutura similar à sua própria estrutura de comunicação. Esse aspecto possibilita sistemas pouco acoplados. Também há muita pesquisa acerca de composições de times, que sugerem que aqueles com maior índice de sucesso são constituídos por equipes multi-disciplinares, ou seja, com maior diversidade de habilidades e disciplinas. Idealmente, cada time deveria possuir todas as habilidades de que necessita, permitindo-o ser totalmente independente e desacoplado dos outros, tornando possível a atuação com maior autonomia e, finalmente, com maior velocidade.
Se imaginarmos uma empresa que deseja começar um esforço de modernização de software, envolvendo migrar para arquitetura de micro serviços, então, para que ela seja verdadeiramente bem sucedida, a organização deverá preparar equipes muito experientes e com grande conhecimento geral do sistema, para que estas estabeleçam propriedade sobre cada novo micro serviço criado. Para algumas organizações isso pode demonstrar o contraste sobre como seus times são constituídos atualmente. Novamente, um outro exemplo, se há um administrador de banco de dados (DBA) na organização, que dê suporte às bases instaladas em infraestrutura local, esse papel provavelmente precisará evoluir após uma migração para serviços de dados externos ou plataformas em nuvem. Rotinas de backup e otimizações passariam teoricamente a ser desempenhadas pelos provedores de serviço. Muitas organizações evoluíram papéis como o de DBA para atividades mais relacionadas a ciência de dados após essas migrações.
Portanto, como parte do esforço de modernização de software, é importante levar em consideração a topologia das equipes e o impacto nas definições atuais de cada papel.
Além disso, entender como o software será entregue ajudará a determinar funções e responsabilidades. A modernização envolve não apenas a adoção de novas tecnologias, mas também a avaliação e melhoria dos processos. Por exemplo, para muitas organizações, grande parte do esforço de modernização de software envolve a incorporação de mais automação e a adoção de padrões de engenharia maduros, como integração contínua e entrega contínua, para garantir um processo de implantação robusto e repetível para seu software. Isso pode, por exemplo, envolver a substituição de um conjunto de casos de teste executados manualmente por testes automatizados. Nesse caso, o papel desses testadores manuais pode evoluir.
Funcionários que trabalham para manter infraestruturas locais irão, provavelmente, precisar ser treinados novamente para adotar tecnologias de nuvem, que possivelmente envolverá atualização de habilidades, mudanças na estrutura organizacional, procedimentos de manutenção e responsabilidades futuras. Provedores de serviços de nuvem geralmente oferecem ajuda nesse processo, por exemplo, a AWS tem um modelo de responsabilidade. Isso ajuda a detalhar em que nível o negócio é responsável por governar e gerenciar o novo sistema de nuvem.
As empresas também precisam se preparar para mudanças no recrutamento e retenção. Existem comunidades diferentes para cada tecnologia. A maturidade de cada tecnologia vai determinar o tamanho de sua comunidade. Se é madura, ou evoluiu de forma rápida, haverá grande popularidade ao seu redor. Haverão muitas pessoas com as habilidades e vontade de trabalhar com essa tecnologia. No entanto, se a empresa trabalha com tecnologias ultrapassadas, haverá uma comunidade menor de pessoas dispostas a trabalhar com elas, dificultando a tarefa de recrutamento.
Mover para a nuvem e modernizar não se trata apenas de tecnologia. O conjunto de tarefas que as empresas precisam executar vão ser diferentes na nuvem, a automação e outros serviços irão alterar os processos adotados.
Quando é o momento certo para modernizar?
Como mencionado no início, não existe uma medida universal em se tratando de modernização de tecnologia. A resposta para essa pergunta depende do contexto e do apetite por riscos por parte da empresa, sendo que se a organização não for capaz de detalhar as diretivas de negócio, visão técnica e um mapa de objetivos, pode ser que ainda não seja o momento certo de começar. Nesse estágio, se a necessidade de empresa for de migrar rapidamente para a nuvem, uma estratégia comum seria focar apenas em ‘rehosting’ (mudar de servidor), ou ‘lift and shift’ - que permite iniciar a migração para a nuvem enquanto prepara-se para assumir mais riscos numa modernização completa. Essas estratégias mais completas estão detalhadas em Estratégias de migração de aplicativos - Os 3 R's.
Em um cenário ideal, os negócios evoluem gradualmente, ao invés de ter que modernizar - uma sutil mudança de direção ao invés de reversão total de sentido. Entretanto, ao negligenciar a visão técnica enquanto uma tecnologia funciona corretamente por 10/15 anos e não ter atenção ao tempo certo de modernizar ou evoluir, podem fazer sentir os efeitos de não o fazer. Esses efeitos podem ser, por exemplo, contratempos em produção, ou tempos extensos de entrega, indicando a decomposição arquitetural com o tempo. Se esses são os indicadores presentes na necessidade atual de modernização, o tempo ideal para isso já passou e a empresa já passa por desafios que afetam os negócios.
Os benefícios da modernização versus os desafios de não o fazer
O perigo de não se modernizar pode ser refletido na participação de mercado de uma empresa, e também na habilidade de reagir às demandas dos consumidores. Além disso, aumento de tempo de entrega, infelicidade das equipes e ocorrência de problemas nas atualizações - que compromete proporcionalmente a capacidade de entrega.
Isso leva de volta a maneira como os sistemas são suportados, e a habilidade de responder rapidamente às mudanças de mercado. Se a vantagem competitiva está diminuindo de velocidade, ou os sistemas deixaram de receber suporte pela comunidade, isso pode gerar problemas de segurança e perda da habilidade de atender às demandas dos clientes. Outro desafio é conter a infelicidade dos empregados, o ambiente de trabalho se torna desafiador.
Esses desafios podem ser invertidos para entender os benefícios da modernização. As empresas podem responder às mudanças rapidamente, permitindo que cresçam e evoluam junto com os negócios, à medida que se adaptam em diferentes direções para acompanhar as demandas dos consumidores.
As empresas podem então contar com maior disponibilidade de talento, facilidade de retenção e melhorias de performance, segurança e confiabilidade.
O potencial dos negócios pode ser libertado, e ao invés de gastar tempo com preocupações relacionadas a tecnologia, o tempo pode ser utilizado para adicionar valor ao negócio. Vamos pegar como exemplo empresas mais novas, como a Cazoo, mencionada acima. Problemas e oportunidades de negócios são respondidos mais rapidamente, pois a empresa pode se concentrar inteiramente em seus negócios, em vez de se preocupar com dívidas técnicas.
Estratégias de migração de aplicativos - os 3 R's
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in Posts, Migração para a núvem
Os 3 R's
Em 2011, o Gartner cunhou a frase "os 5R's" para descrever diferentes estratégias de migração para a nuvem. Mais recentemente, isso evoluiu para os “7R’s”
Na Codurance, sentimos que a grande maioria das migrações para a nuvem tende a adotar uma de apenas três dessas estratégias. Cada uma dessas estratégias apresenta um apetite de risco diferente para o negócio e se concentra em diferentes escalas de tempo e preparação do negócio.
Esses 3 Rs estão listados abaixo.
1. Rehosting
Rehosting (geralmente mais comumente chamada de 'lift and shift') geralmente envolve a migração de aplicativos de software para a nuvem com muito pouca (ou nenhuma) alteração de arquitetura ou design sendo feita. Na verdade, passando de computação local, como máquinas virtuais, para máquinas virtuais hospedadas por um provedor de nuvem. A organização ainda mantém todo o software e serviços nessa máquina virtual da mesma forma que faziam anteriormente no local.
Essa estratégia geralmente é a melhor escolha quando uma organização tem pouco apetite por riscos. Ele permite que muitas operações e formas de trabalho continuem 'como estão' sem a necessidade de mudanças generalizadas. Veja, por exemplo, a situação de uma organização que precisa migrar a infraestrutura para a nuvem em um prazo apertado, imposta por restrições de negócios mais amplas. Rehosting permite uma mudança rápida para a nuvem, permitindo que o negócio continue. Embora essa estratégia não permita realmente que uma organização aproveite todo o poder de uma plataforma na nuvem, ela ainda traz benefícios, se os objetivos de negócios se alinharem, por exemplo, economia de custos no local com economia na nuvem.
2. Replatforming
Com que grau de 'Lift and shift' uma empresa se sente confortável?
Semelhante à rehospedagem, a replataforma é a mudança inicial para a nuvem, mas a mudança aqui é que uma organização está começando a fazer algumas alterações em seu cenário técnico, embora ainda não mude significativamente a arquitetura. Muitas vezes, isso envolve uma leve adoção de tecnologias nativas da nuvem na forma de serviços gerenciados. Portanto, os bancos de dados podem ser transferidos para o serviço gerenciado de banco de dados do provedor de nuvem ou um componente de agregação de log local pode ser substituído por um serviço gerenciado para análises e relatórios. Quando o apetite ao risco é um pouco maior, essa é a estratégia que as empresas tendem a adotar.
Muitos desses serviços gerenciados nativos da nuvem são inerentemente elásticos por design. Isso significa que, ao adotá-los, as organizações podem começar a colher alguns desses benefícios, como escalabilidade automática para lidar com picos e quedas no tráfego.
Ao decidir qual estratégia de migração para a nuvem adotar, há alguns fatores a serem considerados. Por exemplo, talvez sua organização precise obter os benefícios da nuvem em um período de tempo relativamente curto. Ou talvez os custos de manutenção precisem ser reduzidos. Nesse caso, rehosting ou replatform provavelmente seria a estratégia mais apropriada a seguir.
Adotar qualquer um dos dois primeiros R's - Replatforming ou Rehosting - permite que a organização veja os benefícios rapidamente. Já o 3º R - Refactoring / Re-architecting - conforme mencionado abaixo, é para empresas que possuem visão técnica de migração para nuvem.
3. Refactoring / Re-architecting (e um pouco de recompra)
'Como as empresas podem se beneficiar da migração de aplicativos legados para a nuvem' refere-se à importância de identificar o(s) impulsionador(es) de negócios por trás de uma migração para a nuvem. Esses direcionadores de negócios devem formar a base de uma visão técnica para garantir o alinhamento com as metas de negócios. Isso permite que as organizações especifiquem as qualidades que precisam que as arquiteturas técnicas exibam. Capturar essas qualidades na forma de métricas permite que mecanismos sejam implementados para garantir que uma arquitetura técnica atenda aos resultados pretendidos.
Uma abordagem de 'lift and shift', semelhante ao rehosting, muitas vezes oferece uma rota mais rápida para migrar para a nuvem e, portanto, permite uma rápida realização de valor como resultado, em algumas áreas. Por exemplo, reduzindo o custo de manutenção da infraestrutura.
No entanto, uma estratégia de rehosting geralmente não leva em consideração a evolução futura de uma organização e se o cenário tecnológico atual suporta isso.
É aqui que entra a estratégia de re-arquitetura. Isso geralmente é mais voltado para o futuro, garantindo que a plataforma de nuvem seja projetada de forma que possa suportar a evolução da organização sem a necessidade de redesenhos por atacado.
Re-arquitetar dessa maneira envolverá mudanças de tecnologia e sistemas durante esse processo. As questões que precisam ser enfocadas, é como isso parece no futuro, quais objetivos estão sendo alcançados? Por exemplo, se uma empresa deseja entrar em um novo mercado ou lançar várias novas linhas de serviço, elas dependem muito da estrutura e, portanto, precisam ser levadas em consideração na visão técnica dessa estratégia. A re-arquitetura é uma abordagem mais estratégica para obter vantagens competitivas.
No entanto, ter uma estratégia de re-arquitetura depende de ser um objetivo de toda a empresa. A migração para a nuvem dessa maneira não pode ser feita isoladamente e, muitas vezes, leva em consideração um propósito comercial. Qual é o propósito de estar na nuvem? E quais são os benefícios e mensuráveis que você deseja alcançar? Que serviços adicionais você espera alcançar? Visibilidade ou monitoramento, facilidade de adesão, grandes benefícios de dados. Todos esses benefícios dependem da mudança estratégica para a nuvem.
Também é importante entender como o negócio está se saindo tecnicamente. Se o local não estiver funcionando, a migração para a nuvem não será uma solução instantânea. Se a organização está lutando para entender bem como está gerenciando seu software local, é provável que isso também aconteça na nuvem. Neste ponto, é entender o roteiro em vez de fazer o movimento.
Atualizando com uma estratégia de re-arquitetura em grande escala
Se o roteiro técnico de um negócio estabelecido está apontando para uma re-arquitetura em larga escala, é um sinal de que algo deu errado. No cenário ideal, uma organização gostaria de expandir seus serviços e crescer gradativamente, evoluindo a plataforma. No entanto, nem sempre é esse o caso. Se as plataformas não mudaram ou evoluíram nos últimos 5 a 10 anos, elas geralmente não são adequadas para o propósito, interrompendo a possibilidade de respostas rápidas ao mercado.
Ao re-arquitetar, a organização deseja que o sistema faça algo que atualmente não pode fazer. Por exemplo, não pode criar uma boa auditoria? A empresa pode monitorar o desempenho ou a segurança?
Há uma etapa necessária para avaliar esses grandes sistemas, entender o mapeamento atual e avaliar os serviços atuais que a nuvem oferece. Nesse instante, os negócios podem concluir uma revisão bem arquitetada, que, do ponto de vista do aplicativo, analisa como a plataforma precisa ser reorganizada e entende como os requisitos atuais são mapeados para o sistema em nuvem. Sem mapear isso, é difícil ver todos os benefícios que podem ser alcançados usando provedores de nuvem.
Como a Recompra se encaixa nessa estratégia?
Os 6 R's originalmente cunhados mencionam a recompra como sua própria estratégia. No entanto, neste caso, ela foi adicionada com re-organização/re-arquitetura porque está dentro dos objetivos de negócios de longo prazo. Trata-se de mudar a forma como um negócio interage com uma ferramenta para economizar no esforço comercial, o que não traz valor de volta para o negócio. Não tem vantagem competitiva. Tomemos, por exemplo, o Salesforce, para uma organização, ao mudar para uma solução em nuvem ou SaaS, permite que o foco seja o valor comercial puro, em vez de aumentar o custo ou a dívida técnica em algo em que o negócio não está focado.
Qual estratégia é a certa para você?
Ao elaborar a estratégia certa para o seu negócio, é importante lembrar que o negócio não está preso a apenas uma dessas estratégias. Muitas vezes, a estratégia de rehosting pode atuar como um bom primeiro passo na jornada de adoção da nuvem muito mais ampla de uma organização. A estratégia de migração para a nuvem pode então ser expandida quando a empresa se sentir pronta, por exemplo, os aplicativos podem ser modernizados.
Saiba mais sobre o benefício da modernização de software como parte de uma estratégia de migração para a nuvem de negócios em: Compreendendo os benefícios de incorporar a modernização em uma estratégia de migração de aplicativos
Estratégias de migração para a nuvem: criando inovação na nuvem
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in Posts, Migração para a núvem
Criando inovação na nuvem
O que significa inovação na nuvem? A inovação é geralmente definida como a introdução de algo novo - seja uma ideia, método ou processo. Aplicar isso ao contexto da computação em nuvem significa usar plataformas e serviços em nuvem para resolver desafios de negócios de novas e melhores maneiras, permitindo que eles se destaquem entre seus concorrentes.
Aproveitar a inovação na nuvem geralmente permite que as organizações entrem em novos mercados ou criem novas ofertas de linha de serviço. Além disso, essa inovação também pode ajudar a fornecer insights mais poderosos e significativos sobre o desempenho de uma organização e permitir que decisões baseadas em dados sejam tomadas. Tomemos, por exemplo, Aprendizado de Máquina - as organizações normalmente tinham que fazer grandes investimentos iniciais se quisessem adotá-lo, o que tornou a barreira de entrada muito alta e a adoção proibida para eles. Atualmente, a maioria das plataformas de nuvem fornece mecanismos em que o Aprendizado de Máquina é muito mais acessível. Como resultado, as organizações podem, por exemplo, oferecer soluções inovadoras para seus clientes que alavancam o aprendizado de máquina, sejam recomendações de produtos e experiências de usuário mais inteligentes e personalizadas ou geralmente construindo altos níveis de inteligência em seus sistemas.
A inovação usando a nuvem tornou-se mais acessível a empresas de todos os portes, e não apenas àquelas que têm acesso a grandes investimentos. A nuvem reduziu a barreira de entrada para organizações que adotam abordagens diferentes.
Os provedores de nuvem permitem que as empresas experimentem com custos muito mais baixos do que ter que construir e manter a infraestrutura subjacente no local. Freqüentemente, os provedores de nuvem oferecem um nível gratuito de avaliação inicial para acessar seus serviços. Isso dá às organizações a liberdade de experimentar com muito mais liberdade, sem a sobrecarga de custos. Isso desbloqueia a inovação.
Testar novos serviços em nuvem para oferecer serviços ou experiências novos ou inovadores ao cliente e oferece às organizações a chance de se diferenciar de seus concorrentes. Tomemos, por exemplo, novos métodos de pagamento. Se durante a jornada do cliente for bem-sucedida, ela permite que a empresa se destaque instantaneamente da multidão, pressionando a concorrência para alcançá-la. O baixo custo do teste permite que as empresas também parem de testar os serviços se eles não forem benéficos.
Serviços em nuvem para acelerar a inovação nos negócios
Entender como o uso da nuvem pode acelerar a inovação nos negócios é fundamental. Existem serviços de nuvem frequentemente negligenciados que podem ajudar a expandir os negócios, resolvendo problemas que anteriormente sobrecarregariam as equipes, impedindo-as de se concentrar em sua proposta de valor principal. Serviços gerenciados, por exemplo, tendem a ser inerentemente elásticos. Se tomarmos como exemplo um banco de dados, quando hospedado no local, é claro que é necessário manter esse banco de dados. Isso vem na forma de backups, planejamento de recuperação de desastres, provisionamento de recursos e assim por diante. Todas essas atividades exigem esforço e investimento de uma organização, mas não agregam valor diretamente, são mais atividades de suporte. Se uma organização mudar para um banco de dados de serviço gerenciado na nuvem, muitas dessas atividades são tratadas pelo provedor de nuvem e geralmente projetadas com escalabilidade em mente. Isso dá às organizações a capacidade de dimensionar seus serviços sem a sobrecarga adicional de gerenciamento da infraestrutura, como acontecia antes. Isso, por sua vez, permite que alcancem novos mercados e criem novas ofertas de serviços para seus clientes mais rapidamente do que antes.
Existem serviços cloud que do ponto de vista operacional podem otimizar o funcionamento do negócio, como ferramentas de gestão de custos que permitem gerir todos os serviços a partir de uma localização central. Ao combinar isso com boas práticas de gerenciamento de infraestrutura (como marcação apropriada de recursos), isso pode dar às organizações uma grande visão sobre seus custos de infraestrutura de nuvem e possivelmente oferecer soluções inovadoras.
Da mesma forma, a maioria das plataformas de nuvem oferece serviços de monitoramento de infraestrutura e serviços. Isso permite que as organizações tenham uma configuração de observabilidade abrangente para seus sistemas, permitindo que compreendam o estado desses sistemas a qualquer momento e, talvez mais importante, o motivo de estarem no estado em que estão. Esse tipo de prática pode não parecer muito empolgante, mas é extremamente importante. Feito corretamente, ele permite que as organizações resolvam proativamente quaisquer problemas nos sistemas de produção antes que eles afetem amplamente os clientes.
Blockchain está rapidamente se tornando uma tendência tecnológica na qual muitas organizações estão apostando firmemente ou querendo experimentar. Para as empresas que querem jogar neste espaço, os provedores de nuvem estão lançando serviços para permitir que as organizações integrem seus sistemas com o Blockchain. Fornecer as APIs para interagir com eles, em vez de fazer isso sozinhos. Isso está abrindo as portas para mais inovações, sendo capaz de resolver problemas do mundo real com tecnologia que não estava disponível anteriormente. Por exemplo, com o blockchain, estamos vendo as questões de propriedade da terra na África sendo ajudadas, usando o blockchain como uma forma de mostrar quem é dono de qual parte das terras.
Como impulsionar a inovação na nuvem
A possibilidade de inovação usando a nuvem é uma realidade, mas ser capaz de impulsioná-la como um negócio costuma ser o obstáculo que as empresas enfrentam.
Garantir que as equipes tenham espaço e tempo suficientes para inovar é vital. Se as equipes puderem gastar tempo procurando novas ferramentas, haverá a oportunidade de entender onde a inovação é possível. Freqüentemente, os negócios e, portanto, as equipes estão tão focados no curto prazo que geralmente há pouco ou nenhum tempo para entender como os problemas de negócios podem ser resolvidos de maneiras novas e diferentes ou se novas tecnologias abrem novas possibilidades e oportunidades. O Google, por exemplo, costumava ter tempo dedicado à inovação - conhecido como googles ‘20% do tempo’ era uma política de que 20% do tempo de um engenheiro poderia ser gasto em seus projetos pessoais, permitindo-lhes experimentar novos, criativos e ideias inovadoras, pesquisando novas tecnologias ou se aprimorando. Isso permitiu que novas ideias fossem apresentadas à empresa, à medida que as equipes investiam na pesquisa e no desenvolvimento para tornar a empresa melhor.
Ter uma visão técnica clara é vital para qualquer organização. Porém, muitas vezes muitos caem na armadilha de construir uma visão técnica que depois não é ajustada e evoluída ao longo do tempo. É importante traçar uma direção geral ou "Estrela do Norte" como parte de uma visão técnica, mas também é importante que ela seja constantemente avaliada para permitir mudanças na organização, mas também para acompanhar as mudanças na tecnologia. Sem isso, é possível definir uma 'grande visão' onde você perderá novas tecnologias. É assim que as empresas ficam presas e caem na armadilha de precisar embarcar em um esforço de modernização de software em larga escala. Ao revisar constantemente sua visão e roteiro de tecnologia, você pode garantir que ele esteja alinhado com as metas e necessidades de negócios.
Atualizar habilidades e criar processos adaptáveis - isso força as empresas a observar como fazem as coisas e entender a inovação e a eficiência. Além disso, fazer com que as pessoas olhem para a inovação em vez de combater incêndios - depois de migrar para a nuvem, o que você costumava fazer no local (gerenciamento de baixo nível) libera recursos para olhar para a inovação em vez de combater incêndios. Ao entender as funções das equipes e os padrões do que elas fazem, permite que os conjuntos de habilidades sejam movidos para onde se encaixam melhor. Por exemplo, alguém que anteriormente cuidava do banco de dados, como sua função muda quando você migra para a nuvem? Seria o ajuste certo para eles agora se concentrarem na ciência de dados?
Desafios comuns a serem evitados com a inovação em nuvem
Dan McKinley em 2015 falou sobre "Choosing Boring Technology", e como muitas vezes é uma estratégia muito menos arriscada do que adotar tecnologias mais novas, talvez menos maduras. Embora isso seja verdade, essa abordagem pode sufocar a inovação. O desafio que as organizações enfrentam é entender seu nível de risco e o quanto estão preparadas para investir em inovação. Algumas organizações optam por ser as primeiras a adotar novas tecnologias. Isso é bom, mas é importante tomar essa decisão, totalmente ciente dos riscos e compensações envolvidos. Por exemplo, tecnologias mais novas, por sua própria natureza, ainda não foram amplamente adotadas, então há menos exemplos de uso delas e, portanto, talvez não tão maduras ou "endurecidas pela batalha". Alguns casos de uso que você pode precisar podem não ser totalmente suportados ou a documentação pode ser muito leve.
Como as empresas podem se beneficiar da migração de aplicativos legados para a nuvem?
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in Posts, Migração para a núvem
Mudança para a nuvem
Mudar para a nuvem pode ser considerado uma mudança com os tempos. Mas, para qualquer empresa, entender por que você deve fazer uma mudança costuma ser a primeira pergunta que precisa ser respondida nesse processo ou estratégia.
A base de qualquer proposta de migração deve estar em como uma migração para a nuvem ajudaria a dar suporte aos objetivos de negócios. Por exemplo, escalabilidade, entrada em novos marcadores ou otimização de custos seriam apenas alguns motivos de negócios. Entender por que você está migrando para a nuvem e entender os problemas de negócios que está tentando resolver permite que você entenda se é a escolha certa para o seu negócio. Isso permite que você determine a estratégia de migração que deve adotar, bem como o que precisa medir ao longo do caminho.
Este artigo irá guiá-lo pelas etapas do que significa mudar para a nuvem para aplicativos legados e os benefícios que isso pode trazer para o seu negócio.
Concentrando-se primeiro no motivo pelo qual você se moveria, segue as declarações feitas acima. Entender a necessidade de mudança da empresa pode ajudar a definir benefícios claros e metas mensuráveis para a empresa.
Por que minha empresa precisaria migrar para a nuvem
A sobrecarga operacional de ter uma propriedade no local é um motivo popular para mudar para a nuvem. Manter a infraestrutura física no local exige muito esforço e investimento, atualizar patches de segurança e fornecer diferentes controles de acesso exige grandes despesas gerais. Se o seu negócio principal não envolve a prestação de serviços técnicos, o esforço necessário não agrega muito valor ao seu negócio. Quando isso excede os benefícios de ter uma propriedade local, a nuvem é uma opção viável. A remoção dessa sobrecarga libera as equipes para se concentrarem em problemas que agregam mais valor aos negócios. Por exemplo, deixar de gerenciar bancos de dados para incorporar a ciência de dados e obter insights significativos que podem ser realimentados no fluxo de valor.
O risco é outra área a ser considerada ao pensar na migração para a nuvem. Ao migrar para a nuvem, você está efetivamente transferindo um grau de risco para seu provedor de nuvem e é importante entender como isso se encaixa no seu apetite de risco geral e no processo de gerenciamento de risco. Por exemplo, o risco de gerenciamento de hardware e segurança pode não ser relevante para seus objetivos ou especificações de negócios do dia a dia, o que significa que o gerenciamento desse processo envolve a contratação de toda uma equipe ou especialistas. A transferência desse risco para os provedores de nuvem economiza o capital e o esforço de gerenciamento dessas equipes ou especialistas. Mudar para a nuvem pode ser o primeiro passo para gerenciar o risco, mas com o mesmo custo? A empresa também precisa reconsiderar a evolução das políticas atuais em relação à recuperação/backup de desastres, pois elas também mudarão quando você migrar para a nuvem.
Os benefícios de migrar para a nuvem
Depois de entender os motivadores de negócios para migrar para a nuvem, é importante entender as vantagens (ou desvantagens) adicionais. Os provedores de nuvem podem fornecer às empresas acesso a serviços que não possuem atualmente ou que seriam proibitivamente caros para configurar no local. As plataformas de nuvem oferecem acesso a esses serviços de maneira muito mais econômica, o que reduz a barreira de entrada e adoção. Tomemos, por exemplo, big data/análise de ciência de dados, que envolveria um investimento bastante grande, as empresas agora são capazes de alavancar serviços gerenciados em plataformas de nuvem. Os provedores de nuvem oferecem muitos níveis diferentes de uso, alguns até mesmo oferecendo algum tipo de nível gratuito. Isso torna incrivelmente barato para as organizações experimentar como novos serviços podem oferecer soluções inovadoras para seus problemas de negócios, sem o perigo de um compromisso de longo prazo no início.
Embora esses exemplos possam ou não ser relevantes para o seu negócio, algumas coisas são importantes a serem consideradas. A mudança para a nuvem sempre deve ser apoiada por um driver de negócios claro, ou seja, uma mudança para a nuvem deve ser uma resposta às necessidades de uma Organização. Por exemplo, pode ser uma necessidade de maior escalabilidade ou um desejo de reduzir custos operacionais. Uma migração para a nuvem não deve ser vista apenas por lentes técnicas. O motivo mais importante para mudar é que ele está alinhado com os objetivos de negócios. E esses objetivos de negócios geralmente são diferentes, dependendo da necessidade do negócio. Por exemplo:
Aplicativos - A adoção de serviços gerenciados pode ajudar as organizações a consolidar suas ferramentas técnicas. Por exemplo, em vez de ter ferramentas separadas de diferentes fornecedores para agregação de logs, alertas, painéis, etc., tudo isso pode ser reunido no mesmo provedor de nuvem.
Regulamentações - Dependendo do setor em que atua, as regulamentações podem ser caras e com altas restrições de tempo e prazos iminentes. Os provedores de nuvem criam patches e soluções para os regulamentos de sua infraestrutura, resolvendo os problemas sem que a empresa invista tempo.
Conjunto de habilidades - Os provedores de nuvem geralmente criam esquemas de treinamento e certificações, facilitando a contratação de funcionários com conhecimento existente dos sistemas. A infraestrutura local pode exigir um alto nível de treinamento para integrar alguém, enquanto a adoção da nuvem traz um nível de padronização em relação às habilidades.
Por que investir na migração para a nuvem?
Investir na migração para a nuvem precisa resolver os desafios que você enfrenta atualmente com seus aplicativos legados. O acesso a uma maior elasticidade de computação pode ser um fator importante na mudança para a nuvem. A elasticidade automatizada da infraestrutura e o poder de computação de um provedor de nuvem permitem que as organizações lidem com picos e quedas de tráfego em seus sistemas com relativa facilidade e de maneira altamente econômica. Tradicionalmente, as organizações precisariam investir tempo e dinheiro no planejamento e aquisição de hardware extra em preparação para os próximos picos de tráfego esperados (por exemplo, cargas de temporada como o Natal para varejistas on-line).
A comunicação de valor retornado ao negócio é determinada pelos desafios compreendidos neste primeiro ponto, por que o negócio mudou para a nuvem? Suponha que foi o custo, ao entender os custos de execução anteriores, permite definir métricas para quanto a infraestrutura de nuvem está custando agora. Nesse caso, você também pode mostrar a economia de custos ao entender o impacto nos negócios. Por exemplo, se o tempo de inatividade foi um grande problema, criando reclamações de clientes, você pode medir o tempo de inatividade, as reclamações de clientes e a carga de trabalho da equipe que lida com reclamações. Se os regulamentos foram o motivo para mudar para a nuvem, continuar trabalhando com seu provedor para entender quais patches foram implementados para ajudar a alinhar sua organização com esses requisitos pode ser comunicado à empresa e uma compreensão do esforço que teria sido necessário interno.
Então, para a questão de porquê você moveria aplicativos legados para a nuvem, em última análise, depende de seus objetivos de negócios por que seria uma boa ideia para seus negócios. Há benefícios em todos os desafios, mas não haverá benefícios se não houver desafios.
Continue sua jornada de migração para a nuvem entendendo qual estratégia é a certa para o seu negócio com: Estratégias de migração de aplicativos - Os 3 R's
Criando um caso de negócios para migração para a nuvem
03 mai 2023 / by Insights da Codurance posted in cloud, Caso de negócios, Migração para a núvem
É fácil perceber os benefícios de migrar sua empresa para a nuvem; maior eficiência, escalabilidade e economia de custos mensurável.
